
Pesquisa · 2025 · 689 jovens · Rio2C
Sintomas e travessias possíveis das novas gerações
Se imaginar é habilidade,
quem ensina?
O estudo mostra uma geração que sabe o que quer e tem medo mesmo assim. O medo tem endereço: é maior entre quem está desempregado, e cresce quando a escola e o trabalho não ensinam a imaginar.
76,6%
têm clareza sobre o futuro que querem. 62% têm medo dele.
Se sabem o que querem, estamos ouvindo o que as gerações mais novas planejam, ou só o que tememos delas?
78%
ficam ansiosos quando pensam no futuro. 45% ficam cansados. 62,6% sentem esperança.
Qual é o combustível da esperança dentro da sua organização, e como a gente abastece?
79%
querem estabilidade financeira. 63% querem saúde e bem-estar.
Se todo mundo quer viver, por que no trabalho ainda só sobra tempo para correr?
87%
acreditam que imaginar o futuro se aprende. Só 31% se sentem preparados pela escola.
O que a empresa faz com quem chega sem ter aprendido a imaginar?
Apresentação no Vittude Summit 2026, Palco Mundo Pessoas by TOTVS

Escuta Expandida de Futuros: questionário com 689 jovens, entrevistas em profundidade com jovens e especialistas, grupos focais na Futures Week e leitura provocadora de sinais fracos. Não é um diagnóstico. É uma investigação aberta sobre como as juventudes brasileiras imaginam o futuro.
689 jovens de 18 a 28 anos de todo o Brasil. 48,9% vivem com até um salário mínimo; 52% se declaram pardos e 12,5% pretos; 63,7% são mulheres. É a lente do estudo e também o seu limite.
O estudo vira palestra, painel, oficina ou curadoria, com os dados e as perguntas que abrem conversa com liderança, RH e educação corporativa.
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